O futevôlei será uma nova aposta da Lidesan, a frente da diretoria estará árbitro da Confederação Brasileira de Futevôlei.

A Lidesan sempre procurando estar antenado nas modalidades que agitam a baixada santista resolveu investir num esporte que tem grandes praticantes, o Futevôlei, atividade praticada por grandes nomes do futebol profissional (Santos F.C. entre outras equipes) e atletas renomados da região, que praticam a modalidade nas areias de Santos. A ideia surgiu no ano de 2016 pelo diretor da Lidesan, João Luiz, que hoje atua como árbitro da Federação Internacional de Futevôlei, Confederação Brasileira de Futevôlei e Federação Paulista de Futevôlei, inclusive apitando a final sul-americana no Paraguai, a proposta foi bem aceita pelo presidente da Lidesan, José Roberto. Depois de muitos estudos e conversa o martelo foi batido nesta quinta-feira (01), confirmando a organização de uma Copa a ser realizada em Santos no mês de agosto.

A Federação Paulista de Futevôlei é presidida pelo Gilberto Diniz, que vem realizando vários eventos dentro do estado de São Paulo e tem na equipe de arbitragem o João Luiz, que vem atuando frequentemente nas partidas.

Recentemente o arbitro João Luiz esteve atuando no Paraguai apitando a competição sul americana, pela Federação Internacional de Futevôlei, que tem na presidência a Nicinha Araújo, que também é presidente da Confederação Brasileira de Futevôlei. Na competição sul americana várias duplas estiverem presentes representantes seus países.

   

O futevôlei nasceu nas areias de Copacabana por acaso; na verdade, surgiu como opção para burlar a proibição de se jogar futebol na praia, que, na década de 1960, não era permitido. Mas a vontade do ex-jogador Octávio de Moraes e seus amigos de praticar era tanta que Tatá, como era conhecido, teve a ideia de usar uma quadra de vôlei passando a bola para o outro lado da rede com os pés, sem ser incomodado pelas autoridades. No início, a partida era disputada por um time de cinco jogadores de cada lado e as regras foram criadas conforme iam surgindo os impasses do jogo. Lentamente o esporte foi invadindo outras praias do Rio de Janeiro e, em meados dos anos 1980, o interesse dos patrocinadores e da imprensa foi despertado. O esporte, por ser praticado na areia, agradou os santistas, e hoje muitos adeptos de reúnem nas quadras nos Canais da cidade para treinos e um bate bola descontraído.